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[terça-feira, fevereiro 20, 2007]
Mesmo que tudo acabe, basta que o amor sobreviva e eu sobreviverei também. (Emily Brontë)
Ok... semana de acontecimentos estranhos.
Eu to reescrevendo esse post pela 8 vez.. mas tudo bem. Não tenho muito o que contar no fim das contas! =P
- Contei pra minha mae que nao sou catolica. Ela nao me apoiou mas tambem nao ficou contra.
- Decidi pintar o cabelo de preto de novo.
- Ele ficou putoi pq fiz uma coisa... E mais puto ainda porque fui fria com Ele. Pedi desculpas e ficou tudo bem
- Enfrentei meu passado cara a cara. Doeu. Muito!
- Depois da praia: queimadura! hauhauhauahuahauh Praia perfeitaaaaaa Assim que melhorar eu vou denovo!! huahauhauahuha
- Namorado da Gangrel viajando = muito rpg!!!! uhahauhauhauhauahuah
- Muita bestaira nessa barriga : pave, bolinho da dona Penha, comida nordestina... etc!! hauhauhauha
- Nada de contos novos... ainda!
- Muito Madagascar!! (Eu me remexo muito, tu se remexe muito!)
- Saudades do Razi.
- Fofoca de gente que nao tem nada melhor pra fazer.
- E essa gente ainda acha que eu nao sei de nada. (vai lavar uma louça vai!!!)
Decisão importante! Resolvi colocar as coisas no lugar.Depois de muitas provações e duvidas... Dores no corpo, mente e coração, ta na hora de olha pra dentro neh? To com muita sede de magia, de conhecimento. Mas pouco tempo e oportunidades.Falta-me liberdade. Meus pes estao presos no chao. Como as raizes de uma grande arvore, e, nao importa quanto eu tente, eles nao se soltam. Meu coração clama por mais. Mais amor, mas fé, mais conhecimento, mais magia, mais festa. Mais solidão. Meu coração clama por mim. Mas eu nao consigo alcançar... não consigo sintonizar meu eu.

Ana Carolina - Pra rua me levar Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor Há outras coisas no caminho onde eu vou As vezes ando só, trocando passos com a solidão Momentos que são meus, e que não abro mão Já sei olhar o rio por onde a vida passa Sem me precipitar, e nem perder a hora Escuto no silêncio que há em mim e basta Outro tempo começou pra mim agora Vou deixar a rua me levar Ver a cidade se acender A lua vai banhar esse lugar Eu vou lembrar você É mas tenho ainda muita coisa pra arrumar Promessas que me fiz e que ainda não cumpri Palavras me aguardam o tempo exato pra falar Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir Já sei olhar o rio por onde a vida passa Sem me precipitar, e nem perder a hora Escuto no silêncio que há em mim e basta Outro tempo começou pra mim agora Vou deixar a rua me levar
As bençãos dos Deuses pra vocês...! * Ao som de Lulu Santos - O último Romântico
por Obscuri Nimbus * 8:54 PM
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[quinta-feira, fevereiro 01, 2007]
*Eu sou um mundo antes de ser um homem Eu era uma criatura antes que eu pudesse me levantar Eu lembrarei antes de esqueçer Antes de esqueçer isso!!*
"I am a world before I am a man I was a creature before I could stand I will remember before I forget Before I forget that! "
*Slipknot - Before I forget* Saudações Nobres Leitores! rsrsrsrs Estou eu aqui de novo, postando do meu estagio!! =) Depois de muita coisa de pensamento aqui na minha cabeça, consegui escrever mais um pouquinho da historia. Espero que gostem de como ficou, por que esse demorou um pouco mais pra ficar pronto neh?rsrsrs Mas tudo bem.. acho que saiu certinho.
Fiquei dodói essa semana... com garganta inflamada, resfriado e gastrite.. mas tudo bem.Devo admitir que estava ansiosa pra postar mais essa parte do conto! Gosto de saber a opiniao de voces...!!

"Quando estava com 14 anos, fiz amizade com um dos padres da capela que freqüentávamos.Chamava-se Joseph, e era recém formado. Após tantos anos observando meu pai, eu já podia distinguir nos outros alguns sentimentos. E nele, eu podia ver a luxuria. Ele me olhava como se eu fosse parte do jantar, mas se punia logo depois por estar quebrando seu voto de castidade. No inicio eu me sentia culpada, me sentia pecadora por ser o motivo dos pecados dele. Mas depois, eu comecei a me acostumar, e a usar isso a meu favor. A capela possuía uma grande biblioteca, com um acervo de livros recolhidos pela própria inquisição, que era o meu sonho de consumo. Enquanto as meninas pensavam nos melhores partidos para casamento, eu pensava em saber o máximo possível, tarefa essa que era apoiada, secretamente, pela minha mãe. Enquanto meu pai tentava me conseguir um noivo, eu passava as tardes na biblioteca estudando sobre todos os assuntos disponíveis ali.E eram muitos! Entre eu e Joseph nunca houve nada, alem de alguns olhares, já posso lhes adiantar. Eu chegava na biblioteca logo apos o almoço e saia de lá por volta das seis da tarde. E depois de algum tempo com essa rotina, eu já sabia, que as seis horas da tarde dois cavalheiros chegavam lá e que essa era minha hora de partir, já que ninguém podia me ver em minha empreitada.Eu saia antes que eles chegassem. Quando fiz 15 anos, meu pai resolveu casar-me com o filho de um general. O nome dele era Gerard. Parecia-se com meu pai no jeito de fingir um cavalheirismo que não possuía. Nós ficamos noivos e nos casaríamos logo que ele voltasse da guerra. Eu não sabia muito bem que guerra era essa. Devia ser qualquer uma que eles inventavam, na época, para mostrar aos outros paises que a Inglaterra possuía um grande poder bélico. Guardei a lembrança daquela noite no fundo do meu coração ate hoje. Eu havia achado um livro grande, com capa de couro na estante proibida. A única estante que Joseph não queria que eu mexesse. Tinha uma estrela de cinco pontas na frente. Era pesadíssimo e estava muito empoeirado. ' Meu nome é Sara. - Dizia a primeira pagina - E eu vivo no século XIII, na Escócia. Tenho três filhos e um marido leigo sobre minhas atividades espirituais. O que vou guardar nesse livro são todos os segredos da vida que hei de descobrir. E se esse livro chegar a mãos desconhecidas a mim, é porque, com certeza estou morta. Que os Deuses olhem por todos nós. Amém.' Nunca em minha vida eu direi que esse não foi o melhor livro que li. Era um diário que contava desde praticas comuns, como receitas, ate feitiços e maldiçoes feitas por Sara. Eu acabei por me distrair lendo aquele livro. E quando dei por mim, havia dois homens me olhando. Eu fechei e contrai o livro contra o corpo. Eles sorriam e continuavam a me encarar. -Boa noite. - disse o mais velho. -Boa noite. Eu já estou de saída! - exclamei. -Fique mais, nós acabamos de chegar. - completou o mais novo. O relógio badalou e eu já sabia que estava atrasada pro jantar. Desculpei-me com os senhores e sai da biblioteca ainda carregando o livro. Porém, quando atravessava o altar já a caminho de casa, meu pai entrou na igreja. - Isso são horas de a Senhorita ainda estar na rua? - Eu estava rezando papai. Era uma novena. O que o senhor esperava? Enquanto eu falava, ele se aproximava, e o meu medo crescia. Eu sabia que a partir do momento em que ele me batesse, isso se tornaria rotineiro. Só os Deuses sabem o quanto eu agradeci por ele não estar bêbado naquela noite. Ele me levou pra casa, e, claro, não me poupou do sermão de que as ruas são perigosas e que uma menina de respeito não deveria ficar tanto tempo na rua, mas ainda assim eu estava feliz, pois ele nem tinha notado que o livro não era uma bíblia. A partir daquela noite, aqueles dois senhores passaram a chegar mais cedo na biblioteca, e eu a sair um pouco mais tarde. O mais velho chamava-se Anthony. Possuía grandes olhos azuis. Cabelos grisalhos, os lábios finos, pele alva, alto e levemente forte. Traços inigualavelmente belos. Já o mais novo se chamava Nathan. Também de pele alva, olhos verdes, os lábios rosados e finos. Alto, e bem mais forte que Anthony. Possuía uma beleza quase que angelical. Eu nunca havia visto os dois na cidade. Mas eles estavam lá. Eram inteligentes, refinados, verdadeiros cavalheiros e eu estava encantada. Rapidamente nos tornamos amigos. E eles começaram a me ensinar coisas que eu nunca aprenderia em casa, como magia, política, geografia e línguas, entre outras casa. Minha vida naquela cidade estava salva, pelo menos enquanto eles estivessem ali."
Sophia de Mont'matre
*Ao som de Tristania - Angellore
por Obscuri Nimbus * 8:43 AM
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